A EMPRESA

A SILVA, COELHO & CASTRO, LDA é uma empresa vocacionada para o mercado da construção civil e naval, que se dedica à implementação e comercialização da marca GALPI – Galicia de Pinturas, em Portugal desde 1992.

Desde 2001 que apostamos na oferta de produtos de excelente qualidade aos nossos Clientes, proporcionando-lhes um acompanhamento integral, disponibilidade e eficácia.

A nossa missão é prestar um serviço competitivo para o Cliente, procurando a melhoria contínua dos processos e a satisfação profissional de todos os intervenientes.

Para que a nossa missão tenha sucesso, é fundamental que esteja alicerçada em valores sólidos, que sejam reflexo daquilo em que acreditamos: ética, profissionalismo, inovação, respeito pelas partes intervenientes e dedicação.

Comprometemo-nos a melhorar continuamente o que fazemos, para assim contribuir para o nosso desenvolvimento e para o desenvolvimento dos nossos Clientes.
 

 

A GALPI conta na actualidade com instalações de ponta para o fabrico e controle dos seus produtos que, unindo um inestimável capital humano de pessoal altamente qualificado, lhe permite oferecer aos seus Clientes uma ampla gama de tintas e vernizes.

O esforço permanente dos últimos anos levou a empresa a obter o certificado de qualidade ISO 9001 que assegura a correcta concepção, produção e comercialização dos seus produtos segundo os parâmetros internacionais.

A vasta gama de produtos oferecida permite a satisfação de qualquer profissional. Também, para necessidades concretas, fabrica produtos por medida que se adaptam a qualquer tipo de superfície, especificações técnicas, aspectos decorativos ou exigências especiais de algum projecto.

O departamento técnico, além do controle de produção e desenvolvimento de novos produtos, encontra-se sempre disponível para dar resposta a qualquer consulta do Cliente relacionada com as propriedades dos produtos, sua utilização, conselho para determinada aplicação, etc.

Em caso de dúvida ou problema que possa surgir, não hesite em consultar o nosso departamento técnico.

A informação contida nas FICHAS TECNICAS, destina-se essencialmente a servir de guia de utilização e aplicação dos nossos produtos. Declinamos qualquer responsabilidade derivada do uso inadequado dos nossos produtos.

Qualquer ficha técnica contida neste site é susceptível de modificações baseadas na experiência e no nosso trabalho de investigação e desenvolvimento, sempre destinadas a melhorar os nossos produtos.

As especificações de cada ficha técnica referem-se a valores medidos nos produtos no momento de serem embalados em condições controladas. Esta informação deve assim ser utilizada como guia e considerada à luz das condições de utilização.

As características de aplicação apresentam-se como orientativas pois os seus valores serão sempre em função de factores que os afectam directamente:

- Natureza e estado do suporte.
- Temperatura e humidade ambiental.
- Sistemas e utensílios de aplicação.
- Espessura da camada aplicada.
- Tipo de acabamento.
- Diluição do produto, etc.


PREPARAÇÃO DAS SUPERFICIES

Todo o processo tem no geral os seguintes objectivos principais:
- Protecção da superfície a pintar.
- Decoração da superfície.
Para poder obter os melhores resultados no processo, devemos ter em conta uma serie de considerações:
- Natureza da superfície a pintar.
- Estado da mesma.
- Acabamento desejado.
- Utensílios e técnicas para alcançar o acabamento desejado.

Em função destas considerações, temos que estabelecer os passos a seguir na preparação das superfícies a pintar.
Para isso estabelecemos algumas normas gerais de preparação de superfícies, em função da natureza das mesmas.

Como norma geral e essencial para conseguir um bom acabamento, é necessário que as superfícies estejam completamente limpas, caso contrario podem surgir defeitos e alterações durante o processo de cura e secagem, devido a incompatibilidades e diferenças de base.

As superfícies a tratar podem ser dos seguintes tipos:

1. Metálicas.
A – Ferrosas
B – Não ferrosas

2. Madeiras

3. Materiais de alvenaria.

1. a) METAIS FERROSOS
Nesta categoria agrupamos todas as superfícies de ferro e aço.

- SUPERFICIES NOVAS:

1. Eliminação de óxidos:
- Processo manual: escova de aço, lixar, raspar, etc.
- Processo mecânico: lixadeira mecânica, jacto de areia, etc.
- Processo químico: produtos químicos especiais.

2. Limpeza geral e desengorduramento
Mediante a aplicação de diluentes comerciais ou produtos especiais isentos de resíduos sólidos.

3. Pintura da superfície
Nesta fase utilizamos fundos primários especialmente formulados, cujas funções primordiais são:
- Isolar a superfície do contacto com a atmosfera mediante a aplicação de camadas com a máxima impermeabilidade.
- Dotar estas camadas de inibidores de corrosão.
- Proporcionar boas condições de aderência às camadas posteriores.

- REPINTURAS:

1. Tinta velha em mau estado: Remover toda a tinta com lixa, espátula ou decapantes e de seguida proceder como superfícies novas.

2. Tinta velha em bom estado: Quando a tinta está em bom estado, deve ser lixada de forma suave para eliminar o brilho melhorando a aderência e limpar toda a sujidade. Antes de aplicar novos produtos deve ser avaliada a compatibilidade dos mesmos.

1. b) METAIS NÃO FERROSOS
Nesta categoria agrupamos as superfícies de zinco, ferro e aço galvanizado, alumínio e seus derivados.

Devido à elevada inércia deste tipo de materiais, a exposição à intempérie das mesmas resulta numa deterioração muito pequena, quase nula, em atmosferas normais. A função primordial dos primários passa por proporcionar uma boa aderência entre o suporte e as camadas posteriores de acabamento.

1. Limpeza geral e desengorduramento: Aplicação de solventes e outros produtos similares.

2. Aplicação de primário. Utilizam-se produtos tipo SHOP-PRIMER, especialmente formulados para conseguir uma boa aderência com o suporte e, ao mesmo tempo, proporcionar um grau de protecção eficaz. No caso de aplicação de produtos especiais ( tipo GALPI-GAL) estes primários não são necessários.


2. MADEIRAS
A madeira, devido à sua natureza, é susceptível aos processos de decomposição inerente ao da matéria orgânica, pelo que é indispensável, para a sua boa conservação, dotá-la de protecção eficaz.

O processo a seguir para assegurar essa protecção é o seguinte.

- SUPERFICIES NOVAS:

1. Lixar a superfície para melhorar o seu aspecto físico e eliminar as partículas soltas, poeiras, sujidade, etc.

2. Em madeiras verdes, se existirem zonas resinosas, devem ser eliminadas utilizando diluentes muito voláteis para que não fiquem retidos na madeira e possam produzir defeitos no acabamento.

3. Se possível, controlar o grau de humidade da madeira, aconselhando a não pintar quando esta for superior a 20%.

4. Aplicar tratamento fungicida para evitar o ataque dos diversos tipos de micro organismos.

5. Selagem, mediante a aplicação de fundos primários, de forma a criar uma camada de enchimento e tapar os poros da madeira.

6. Uma vez aplicado e convenientemente seco o primário, procede-se à lixagem da superfície e posterior eliminação das poeiras produzidas. Em madeiras com muitos poros ou em mau estado, repete-se esta operação as vezes necessárias até obter uma superfície completamente lisa, antes de proceder à aplicação das camadas de acabamento.

- REPINTURAS:

1. Madeiras com tinta ou verniz em mau estado: Remover completamente as camadas antigas com lixa, espátula ou decapantes e de seguida proceder como superfícies novas.

2. Madeiras com tinta ou verniz em bom estado: lixar de forma suave e eliminar poeiras, cera e todo o tipo de sujidade. Comprovar se os matérias a aplicar são compatíveis com os aplicados anteriormente.

3. MATERIAIS DE ALVENARIA
Devido à grande quantidade de materiais aplicados actualmente na construção, é muito difícil estabelecer normas de preparação para cada um dos casos, pelo que vamos indicar algumas normas gerais que são perfeitamente validas para a grande maioria e, especialmente, os mais utilizados como gesso, cimento e barramentos que os contêm.

- PAREDES NOVAS OU SEM TINTAS:

1. Controlo do grau de humidade da superfície. Não pintar se as paredes estiverem frescas; aconselha-se antes de pintar, deixar passar o máximo de tempo possível desde o revestimento dos dois lados das paredes.

2. Reparação das falhas no gesso, estuque, cimento, etc.

3. A existência de sais à superfície, assim como a elevada alcalinidade destes materiais, elimina-se com um neutralizante (consultar). Para eliminar a existência de fungos e bolores, utilizar uma solução de lixívia em água a 20%. Em ambos os casos, lavar de seguida com bastante quantidade de água.

4. Fixação de partículas soltas ou porosas com produtos adequados (tipo FIXADOR ACRILICO)

5. Em geral, é aconselhável neste tipo de superfícies e para qualquer tinta a aplicar, dar uma primeira demão muito diluída para assegurar uma boa aderência. Sempre que possível, evitar a aplicação de tintas a óleo e sintéticas, dada a sensibilidade destas perante agentes alcalinos.

- REPINTURAS:

1. Paredes com tintas ou vernizes em bom estado:
- Reparar as falhas existentes
- Se existir salitre ou bolores, eliminá-los como descrito anteriormente.
- Lixar suavemente se a tinta antiga for brilhante ou acetinada
- Limpeza geral da superfície com água e sabão.

2. Paredes com tintas ou vernizes em mau estado: O ideal é a eliminação da tinta velha com espátula, decapante, água com pressão, etc. em caso de impossibilidade, eliminar as faltas de tinta e utilizar fixadores especiais.